AVEC Editora lança “Le Chevalier nas Montanhas da Loucura”

Os maiores heróis da França enfrentam o terrível Justiceiro da Paz para salvar o mundo! Inspirado em escritos de H.P. Lovecraft (Nas Montanhas da Loucura), Edgar Alan Poe (A Narrativa de Arthur Gordon Pym) e Júlio Verne (A Esfinge dos Gelos), Le Chevalier: Nas Montanhas da Loucura, de A.Z. Cordenonsi com arte de Fred Rubim, retrata as aventuras dos maiores heróis do mundo steampunk vitoriano onde a França comanda a Revolução Industrial. Confira a sinopse da obra.

Le Chevalier e Persa, seu fiel escudeiro, precisam superar suas divergências com antigos inimigos para enfrentar a chantagem de um maligno adversário. As nações do mundo estendem seus estandartes de batalha quando navios de guerra são atacados e acusações de traição se tornam arautos de uma guerra que se avizinha.

Irene Adler, a mais famosa ladra do Comitê, recruta os agentes franceses para uma última e derradeira tentativa de capturar o verdadeiro inimigo e evitar a guerra. Mas nem tudo é o que parece. A investigação prossegue para um cenário aterrador e, nos confins da Antártida, os aventureiros são obrigados a seguir os passos de uma antiga expedição da Universidade Miskatônica. No deserto críptico de gelo e morte, eles precisam encarar seus piores pesadelos nas Montanhas da Loucura.

Le Chevalier se aventurando nas Montanhas da Loucura? Por essa nem o autor esperava!

“Quando comecei a bolar a história desta segunda HQ com o Le Chevalier, a ideia de trabalhar com o texto clássico de Lovecraft já estava na minha mente. Nas Montanhas da Loucura está no panteão do horror cósmico de Lovecraft. Muitas histórias já foram construídas a partir deste rico universo que Lovecraft construiu, mas esta história, em específico, sempre prendeu a minha atenção. Por um lado, porque ela empresta ao horror uma nova dimensão, uma força primeva e descomunal, escapando dos tradicionais monstros que se escondem em castelos e grutas. Por outro lado, ela flerta com outros elementos da literatura fantástica. E foram exatamente nestes elementos que baseei minha história”, adianta A.Z. Cordenonsi.

Para ele, a cidadela monstruosa construída em “Nas Montanhas da Loucura” poderia conter inúmeros segredos. Afinal, seres imemoriais habitaram aquelas profundezas por séculos. Com este gancho em mente, o autor propôs uma história que contaria tudo aquilo que William Gedney, o malfadado líder da expedição à Universidade Miskatônica, não conseguiu descobrir em seus poucos dias de exploração ao local.

“A partir desta premissa, comecei a me aventurar por outras histórias que também tratavam da Antártida. A primeira, e uma das mais importantes, era “A Narrativa de Arthur Gordon Pyn”, único romance escrito por Edgar Alan Poe. O romance, que influenciou Herman Melville (“Moby Dick”), é um dos grandes clássicos mundiais. Um romance repleto de mistérios e calcado nas aventuras marítimas, tão comuns naquele tempo, representava um bom ponto de partida para uma entrada alternativa às Montanhas da Loucura. Lendo e estudando o livro, descobri que Júlio Verne escrevera uma ‘continuação’ da obra de Poe, já que ele considerava o final, um tanto abrupto, inadequado. “A Esfinge dos Gelos”, publicado alguns anos mais tarde, acrescentou detalhes finais à minha história. A poderosa imagem do monumento megalítico de gelo e neve fechava o ciclo completo para esta nova aventura de Le Chevalier”, revela.

O escritor adianta sentir que Le Chevalier é um tipo de personagem que cada vez mais ganha vida própria:

“Quando criei a ideia do Cavaleiro Sem Nome, não imaginava que ele se aventuraria pela Antártida atrás de um cientista maluco que é capaz de explodir navios à distância. Ou que teria a ajuda de Irene Adler, ladra, chantagista e operativa do Comitê. Mas os personagens, assim como a própria humanidade, seguem seus rumos próprios e eu mal posso esperar para ver para onde vamos nos encaminhar agora”, especula A.Z.

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