Review – Sandman Prelúdio 1

Olá, viajantes de multiversos oníricos, blz ?

Essa semana trago a vocês, o review duma edição que a muito eu esperava por uma publicação em terras tupiniquins: Sandman Overture.

A Panini resolveu lançar Sandman Prelúdio volume 1 em uma encadernação capa dura, com 56 páginas, a R$21,90, contendo as edições 1 e 2 de Sandman Overture. Escrito por Neil Gaiman e ilustrado por J.H. Williams III. Vamos a sinopse:
Mais de 25 anos após revolucionar a cena dos quadrinhos, Neil Gaiman está de volta à série e ao personagem que o consagraram! Acompanhado pelo magistral J.H. Williams (PROMETHEA), que trouxe uma dimensão épica à saga com sua arte extremamente detalhada e grandiosa, Gaiman agora revela a história do que deixou Morfeus fraco a ponto de ter ficado vulnerável o suficiente para ser capturado na edição de estreia de The Sandman. Diversos coadjuvantes queridos pelos fãs farão aparições nas seis edições originais que compõem a minissérie, incluindo o Coríntio, Merv Cabeça-de-Abóbora e, é claro, os Perpétuos!

A história começa com Sonho materializando-se num sonho de uma planta carnívora, em um planeta desconhecido, dizendo estar caminhando nos sonhos deste planeta em busca de algo errado. Em outro lugar temos a presença de dois perpétuos: Destino e Morte. Suas aparições são bem curtas, porém intrigantes devido a seus diálogos (e que aliás faz um brilhante uso de metalinguagem com o livro do Destino). Também teremos a presença do Coríntio na história, um pesadelo criado por Sonho que tem por objetivo refletir o pior da humanidade e que andou quebrando algumas regras impostas por Sonho.

Ao fim da primeira edição nos é revelado (ou não) pra onde Sonho estava sendo chamado durante toda a edição e somos presenteados com uma belíssima e surreal splash page de 4 páginas. (a qual vou evitar por prováveis spoilers da história)

A história nos leva através de diversos locais, com subtramas sendo desenvolvidas antes e após a captura de Sonho na primeira edição de 1988. Alguns personagens como Lucien e Merv cabeça-de-abóbora compõem apenas de rápidas aparições. Já Hettie Maluquete, junto a Daniel Hall na segunda edição, parece ser mais relevante para a história.

Como sempre, Neal Gaiman trabalha muito bem o desenvolvimento de subtramas e nos apresenta diversas camadas incluídas na trama principal, que a principio não parece significar muita coisa de início, mas que com certeza será usada em edições seguintes. 

A arte é magnífica. J.H. Williams III é o desenhista que o título sempre precisou nas suas primeiras publicações em 1988. A arte casada com as cores e os enquadramentos dá o perfeito tom místico/surreal/fabuloso que a série merecia fazendo dele (Williams III) um dos melhores desenhistas a frente do personagem.

enquadramento da “visão” do Coríntio

Após término das duas edições, temos ainda uma seção de extras que mostram um pouco de como foi o trabalho de Williams III nos desenhos. 

A mini-série será finalizada em mais duas publicações da Panini de forma bimestral e comemora os 25 anos da primeira edição do título em 1988. E você leitor? Curtiu o review? Discorda de algo? comentem na nossa área de comentários ou em nossas redes sociais. Até o próximo sonho!

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