Review – Quarteto Fantástico: Ações Autoritárias

Olá viajantes de raios cósmicos, td blz?

De volta pra mais um review de uma história da Coleção de Graphic Novels Marvel da Salvat. Dessa vez trazendo uma história da família mais conhecida das hqs: O Quarteto Fantástico.




Ações Autoritárias da editora Salvat, compila as edições 503 à 511. Escrita por Mark Waid e com desenhos de Howard Porter e Mike Wieringo, a edição em capa dura custa R$34,90.

A sinopse é a seguinte: Com o Doutor Destino aprisionado em um reino infernal, o Quarteto Fantástico está determinado a libertar o povo tiranizado da Latvéria. Apesar dos heróis adentrarem o país com a melhor das intenções, as dificuldades da missão logo começam a aparecer. Quando amigo se volta contra amigo, eventos são desencadeados que resultarão em tragédia para um dos integrantes da equipe. 

Bom como descreve a sinopse, um fato anterior é crucial para entendimento desse arco. No encadernado anterior a esse (Quarteto Fantástico: Inconcebível) O Dr. Destino é derrotado pelo 4F e tem sua alma aprisionada, devido a um pacto com seres de uma dimensão infernal. Ações Autoritárias começa com o 4F (ou melhor Reed Richards) assumindo controle da Latvéria

Após a derrota de Von Doom pelo 4F, Reed acha melhor se tornar o novo líder da Latvéria, hasteando uma “bandeira” do 4F em uma das torres de Destino.

Apesar de não original (como já houve em Terra X), a ideia de Reed Richards assumir o posto de governante da Latvéria se desenvolve bem, mostrando os diversos conflitos entre o povo e os integrantes do Quarteto que tentam provar as pessoas de estarem mais seguras agora que o tirânico Dr. Destino foi deposto. Fazendo de Nick Fury um representante dos interesses dos Estados Unidos, nós vemos o por que Victor Von Doom não pode ser apenas tirado a força de seu posto político na Latvéria, e as consequências que isso traz as outras nações visinhas. As ações de Reed muitas vezes colocam o próprio em questão sobre o que ele estar fazendo é certo, e logo a equipe o questiona quanto a isso. 

Reed Richards tenta mostrar ao povo da Latvéria, o quão cruel seu líder anterior era.

Quanto aos desenhos, apesar de incomodar em algumas partes da história (como o Coisa de anatomia irregular, por exemplo) funciona bem numa história do 4F. O traço mais cartunesco e estilizado de Howard Porter as vezes foge um pouco da temática proposta de Mark Waid, de uma história mais séria e pé no chão do Quarteto, mas no geral, não é nada que incomode tanto.

A segunda parte do encadernado se desenvolve a partir da morte de um integrante do 4F no arco anterior, e a busca por esse integrante pelos seus companheiros restantes. De começo achei bacana a intenção do grupo, mas após se estender por 3 edições a jornada fica bem maçante. Nota para uma bela homenagem a um grande colaborador da Marvel, que fez parte do processo de criação do 4F junto a Stan Lee. Excelsior!

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