Review: Guardiões da Galáxia #1 – Guerra dos Reis

Uma nova formação! E o Senhor das Estrelas… desaparecido! As revelações chocantes feitas no final da aventura de Invasão Secreta rasgaram a equipe! Quem continuará com a tarefa de proteger a galáxia? Quais são as novas adições à equipe?

Reunindo Guardians of the Galaxy #7-12, o volume encadernado da Panini, Os Guardiões da Galáxia #1 – Guerra dos Reis, traz a série regular após o ocorrido na formação da equipe, durante a Invasão Secreta. Uma nova equipe foi formada, enquanto os demais membros que abandonaram o grupo, aparecem em histórias paralelas. Dan Abnett e Andy Lanning vem desenvolvido desta forma desde o primeiro número da série.

O atual líder de campo é Rocket Raccoon, acompanhado de Mantis, Groot e o Major Vitória, que passaram ao serviço ativo depois da deserção dos outros membros ao final do último número. O novo membro que completa o quinteto é o Besouro, um personagem do terceiro escalão no Universo Marvel que entrou na equipe para dá um tom humorístico. E parece que o humor, segundo os próprios autores, estará sendo o centro das história de índole cósmica. Em meio a esta narrativa encontraremos Starlord, com sua visita aos Kree, e enviado a Zona Negativa, agora dominada por Blastaar.

O volume se divide em duas partes claramente diferenciadas. A história do Starlord na Zona Negativa com o “rei” Blastaar numa batalha para defender a 42 (a prisão de superhumanos que surgiu em Guerra Civil) contra o acesso do intitulado rei ao portal da Terra. Enquanto isso, de fundo, Abnett y Lanning, nos deixam pequenas pistas sobre a tal Guerra dos Reis, o evento galáctico que o título irá apresentar e o que a equipe do guaxinim invocado está fazendo. A segunda parte é protagonizada por Drax y Quasar, que estão a procura da Serpente da Lua.  Em meio a um sacrifício descobre o seu paradeiro e que está intimamente relacionado com a Guerra dos Reis.

A parte gráfica possui algumas faltas. Não porque os artistas sejam ruins, e sim porque há artistas demais. Paul Pelletier, Brad Walker, Carlos Magno e Wes Craig, e a diferença entre eles, sobretudo Craig, com respeito aos demais, é bastante notória. Novamente é um incômodo encontrar tantas mudanças visuais. Chegamos a encontrar legamos a encontrar feições que variam de um capítulo a outro de forma incompreensível, sempre dependendo da interpretação do desenhista. Mas a falha está no editor a cargo do título, que não cuidou de um aspecto tão importante em uma série que não é de primeiro nível e não venderá unicamente por o que está na capa.

O argumento mesmo sendo um prefácio para o próximo crossover galáctico, recomendo esse volume de Guardiões da Galáxias. Apesar da arte confusa, mais pela quantidade de artistas, do que eles mesmos, a ambientação, a história e os personagens é bastante excitante.  Humor, intriga e bastante ação.

REVER GERAL
Argumento/História
8,5
Desenhos
6

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