Planeta Comenta DC no Multiverso: Supergirl #1-7 (Os Novos 52)

Li Supergirl #1-7, do encadernado Supergirl: Last Daughter of Krypton, com roteiro de Michael Green e Mike Johnson e desenhos de Mahumd Asrar, e tecerei breves comentários sobre as edições.

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Edição #1: Supergirl acaba de aterrissar na Terra e para na Sibéria. Cercada por um esquadrão bélico militar, ela tenta entender o que está acontecendo e onde está.

Edição #2: Assustada e relutante, Kara Zor-El começa a bater no Superman, não acreditando que se trata de seu primo Kal-El, já que, há apenas três dias, ela estava cuidando dele ainda bebê em Krypton.

Edição #3: Recusando-se a acreditar que seu planeta natal não existe mais, Kara vai atrás de sua nave para encontrar um meio de retornar, mas acaba caindo em uma armadilha preparada pelo megalomaníaco e multibilionário Simon Tycho.

Edição #4: Depois de ser libertada de sua prisão exposta à kryptonita, Kara destrói a estação orbital de Tycho, juntamente com um dispositivo de armazenamento de dados que estava em sua nave e que deve conter informações importantes de seus pais.

Edição #5: Kara é guiada pela pedra solar até a desolada cidade de Argo, e lá ela descobre o real destino de Krypton e como seu pai Zor-El tentou salvar a cidade dentro de um campo de força, mas sem sucesso. De repente é atacada por Régia uma Arrasa-Mundos, armas de guerra banidas de Krypton.

Edição #6: Kara consegue se libertar e deixa Argo para trás com a certeza do que aconteceu com seu mundo e a determinação de encarar seu futuro em seu novo planeta. Por falar na Terra, Régia está deixando um rastro de destruição quando Supergirl chega para impedi-la.

Edição #7: Infelizmente Kara descobre da pior maneira que, da mesma forma que ela não é a única sobrevivente de Krypton, Régia também não é a única Arrasa-Mundos a sobreviver, e agora, ela deve enfrentar quatro guerreiros praticamente imbatíveis.

Supergirl estreou muito bem. Com apenas dois arcos pequenos, os escritores conseguiram explorar seu passado e deixar as portas abertas para um futuro de possibilidades.

Por Roger

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