Review | O bebê de Rosemary, de Ira Levin

Review | O bebê de Rosemary, de Ira Levin

O casal Rosemary Woodhouse e seu esposo Guy, resolver se mudar para um dos endereços mais cobiçados e disputados de Nova York. O edifício antigo e vitoriano, porém charmoso, chamado Bramford abriga em sua maioria moradores idosos. E já foi marcado por acontecimentos tão estranhos quando macabros, diga-se de passagem, ao longo de sua história.

Logo, Roman e Minnie, um casal simpático de idosos, vem desejar as boas-vindas aos novos habitantes do edifício. Ficam muito amigos e tornam-se uma presença constante na vida do casal, principalmente na do jovem ator, Guy. Ele tenta a todo custo deslanchar a carreira, deseja ter fama e sucesso, mas ainda não alcançou o estrelato. AINDA!

Depois da mudança para o Bramford tudo parece ter evoluído para melhor. Guy recebe um papel maravilhoso de destaque na Brodway, e não para de chover novas oportunidades de bons papéis para ele.

Rosemary também é “abençoada” com uma gravidez e a felicidade parece estar completa. Roman e Minnie sempre muito gentis, passam a dar atenção especial para ela e sua gravidez. A simpática velhinha faz companhia, e sempre traz um chá, uma sopinha.
Mas a medida que a gravidez avança, Rosemary vai se tornando cada vez mais frágil e cada vez mais fraca.. Como se o bebê em seu ventre estivesse esvaindo toda a sua energia. Ela não ganha peso, passa muito mal, em vez de chutar o bebê parece arranhar sua barriga. Até que alertada por um amigo, ela passa a desconfiar que o que acontece ao seu redor pode não ser tão bom assim. Ele e o bebê, sem saber, podem estar no centro de uma ceita de adoração e sacrifício ao demônio.

É tenso, é pesado, é macabro. Esse clássico foi uma de minhas escolhas para outubro, mês do Halloween. Sempre tive curiosidade em ler esse livro. Para quem curte terror, é uma obra imperdível.

Em 1969 o livro ganhou também adaptação cinematográfica e foi um fenômeno elogiado pelo público e pela crítica. A produção se tornou um clássico do terror.

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