Review | Eu, Robô de Isaac Asimov

Inteligência Artificial sempre rondou nossos mais belos sonhos... e nossos mais obscuros pesadelos!

O escritor russo, naturalizado americano Isaac Asimov ao longo de sua carreira nos presenteou com mais de 500 livros, dentre eles, grandes sucessos como a trilogia Fundação, Azazel e Eu, Robô. O Bom Doutor como era conhecido teve inspiração em muitas obras de seu tempo, apesar de Eu, Robô ter sido originalmente (pelas mãos de Asimov) uma série de contos onde a inteligência artificial era o ponto chave, o livro só foi publicado como história unica em 1950.

A edição da Editora Aleph nos apresenta inicialmente a importantíssima, psicologa roboticista Susan Calvin. Onde ao longo de uma prosa vai discorrendo sobre os principais fatos e situações que viveu durante os anos na pioneira empresa robótica U.S. Robots and Mechanical Men. Com passar dos anos a tecnologia foi se aperfeiçoando em uma velocidade considerável, tornando possível a possibilidade da humanidade desbravar o universo com o auxilio de robôs e seus algorítimos.

Quando se trata de inteligência artificial a Dra. Susan é uma das principais desenvolvedoras desse novo sistema, a complexidade da mente artificial é tão densa quando a humana, por isso alguém como ela é tão necessária. Basicamente a humanidade está caminhando a passos contidos em uma área que contém trilhões de possibilidades, o drama e a tensão vão e voltam a cada novo capitulo.

Por mais que pareça uma simples ficção, Asimov consegue imprimir muito bem as mais terríveis dúvidas sobre o futuro da humanidade. Em determinado trecho do livro, percebemos uma possível virada de mesa quando se trata do delicado assunto Ciência x Religião. A possibilidade das próprias maquinas nos subjugarem é algo que perambula pela mente humana a tempos, Asimov é uma prova disso. Um livro escrito há mais de seis décadas e mesmo assim continua com sua contemporaneidade.

Isaac-Asimov

O Apocalipse das Máquinas, nos assusta cada vez mais. Hoje a tecnologia está avançando a passos largos e ainda somos imaturos demais pra prever quais os benefícios e os malefícios a longo prazo. Assim como pontua também a obra Origem, de Dan Browna grande questão nunca respondida começa a ganhar novas variáveis DE ONDE VIEMOS E PRA ONDE VAMOS? As maquinas por fim nos ajudarão a unir mais facilmente a ciência e religião e finalmente nos trazer alguma resposta.

A edição possui pouco mais de 300 páginas, onde consta também uma breve explicação do autor, sobre o porque dessa fixação por robôs. Além de plausível a escolha dos contos, é possível criar um laço maior com esse que é um dos lordes da ficção cientifica, Isaac Asimov. Lembrando que o filme estrelado por Will Smith – Eu, Robô não possui relação direta com os acontecimentos do livro, apenas serviu como base, seus personagens, algumas situações e mensagem principal.


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