A recém-formada Georgeanne quer se casar com o milionário Virgil, um homem três vezes mais velho que ela. Os únicos talentos de Georgianne são cozinhar e falar muito, mas o que Virgil realmente aprecia nela é o corpo curvilíneo e perfeito. Percebendo que não é capaz de desposar um homem com idade para ser seu avô, Georgeanne larga o noivo no altar e foge com o astro do hóquei John Kowalsky, que joga no time do qual Virgil é proprietário. John não faz ideia da encrenca em que se meteu, e só percebe que está ajudando a noiva do seu chefe quando já é tarde demais. Uma longa noite se estende diante deles, e nenhum dos dois resiste à tentação de passá-la juntos.
Mas, no dia seguinte, John dispensa Georgeanne para não comprometer sua carreira, deixando-a com o coração partido e sem rumo.
Sete anos depois, os dois se encontram novamente. Georgeanne é sócia numa empresa de Catering em Seattle e ele deixou os dias de rebeldia para trás. outra surpresa aguarda John: ele descobre que aquela noite de amor produziu uma filha adorável e incorrigível, de cuja vida ele quer fazer parte. A paixão por Georgeanne renasce; mas será que ele vai se arriscar, novamente, a incorrer na cólera do seu patrão? Ela, vai aceitá-lo, depois de ter levado um fora dele?

Esse é o 2° livro da Rachel e já tinha desapercebido o quanto ela é boa na arte da escrita. “Sem Clima para o Amor” deixou um gostinho de quero mais. Só que esse permitiu que eu fosse à fundo numa história delirante. 
Georgia e John são personagens que se encaixam, porém a personalidade e o passado de ambos ofusca a perfeição disso. Algumas horas juntos é o suficiente para o leitor perceber isso. Enquanto Georgia está fugindo de um futuro, John está se colocando nele; e a passagem do tempo é fundamental para o desenrolar dos acontecimentos e do amadurecimento deles.
Há também uma história secundária bem divertida, da amiga de Georgia e do amigo de John. Ri muito com a personalidade e o jeito de ambos. 
Quem me conhece sabe que ODEIO livros em 3° pessoa, mas esse me tomou completamente. Sempre os acho impessoal, onde o leitor não consegue se conectar com os personagens. Porém, a Gibson tem o dom e preciso parabenizá-la. Gostei muito e tem o meu afeto!
E estou perdidamente apaixonada por Lexie! (e não digo mais nada, por é spoiler) Que menina danadinha, estou num momento em que ando gostando muito das crianças ficticias. Espero mesmo que eles apareçam em outros livros da série, seria ótimo!

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