Review | Á Flor da Pele de Helena Hunting

Livro: Á flor da pele

Editora: Suma de Letras

Sinopse: Tudo na tímida Tenley Page intriga o tatuador Hayden Stryker de um modo que ninguém jamais conseguiu: do cabelo longo e esvoaçante com aroma de baunilha até a curva suave do quadril… E o interesse dele só aumenta quando ela pede que ele tatue um desenho incomum em suas costas.
Com seu jeito durão, Hayden é tudo que Tenley nunca se atreveu a desejar. A química entre os dois é instantânea e desperta nela o desejo de explorar o corpo escultural que há por baixo de tantas tatuagens. Traumatizada por um passado trágico, Tenley vê em Hayden a chance de um recomeço. No entanto, o que ela não sabe é que ele também tem segredos que o impedem de manter um relacionamento por muito tempo.
Quando os dois mergulham em uma relação excitante e enfim passam a confiar um no outro, lembranças e problemas batem à porta — e talvez nem mesmo a paixão entre eles seja capaz de fazê-los superar seus traumas.


À Flor da Pele era um livro que desejava começar, mas nunca tinha o impulso de pegar para ler. Comecei o livro, mas nada na história me prendia. O deixei na estante por uns meses até que resolvi terminar para poder trocar por outro no Skoob.

Vamos à história: aqui nós iremos conhecer Tenley, uma garota jovem e muito forte depois que um acidente horrível afetou sua vida de forma trágica. Ela tem noites de sono turbulentas, cheias de pesadelos e gritos. Sempre tomando remédios fortes para ficar mais calma ou para conseguir dormir. Hayden é o Bad Boy (clichê) da história. Também sofreu um trauma na adolescência e após isso, começou a se envolver com drogas, bebidas e uma mulher diferente por noite. Até que seus amigos resolveram ajuda-lo e criaram um estúdio de tatuagens juntos. Tenley trabalha em uma livraria na frente do estúdio e Hayden já esta de olho nela faz um bom tempo. Até que os dois começam a sentir a química mútua e decidem se entregar.

Resenha: As primeiras 100 páginas do livro foram complicadas para fluir, porque era tudo muito igual. Hayden ia todos os dias atrás de Tenley, enquanto ela tentava fugir dele, pois dizia não estar preparada para ter um relacionamento com ninguém. Até que ela resolve dar atenção para ele, por conta de uma tatuagem que deseja muito fazer, e aí os dois começam a se envolver. Uma palavra define totalmente o livro: clichê. Tenley é a típica protagonista que sente atração, mas não quer assumir. Às vezes tem personalidade, mas não demonstra. Hayden é o típico Bad Boy machista, ciumento, briguento e essas coisas que estamos acostumados a ler em New Adults.

A história não mostra nada inovador, que nos impressiona. As atitudes dos personagens são tão previsíveis, as falas são totalmente clichês. O casal briga por coisas fúteis, adivinha? Porque um não contou um “segredo” para o outro e quando tudo está indo bem o segredo do outro vem à tona e começa o mimimi. Mais uma vez vemos o sexo como tema principal do casal, parece que tudo se resolve na cama. Problemas, alegrias, dores, e etc… Não senti em nenhum momento amor do casal, apenas atração por sempre estarem na cama. Não acho que foi uma leitura que acrescentou algo, espero mesmo que as autoras americanas comecem a inovar o gênero New Adult, que está sempre seguindo os mesmos passos.

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