nuclear 1-6

Li Nuclear #1-6, do encadernado The Fury of Firestorm – Nuclear Men: God Particle, com roteiro de Gail Simone e Ethan Van Sciver e desenhos de Yildiray Cinar, e tecerei breves comentários sobre as edições.

Edição #1: Jason Rusch é o gênio nerd. Ronnie Raymond é o astro de futebol. Ambos se detestam, mas se quiserem sobreviver, terão de se transformar em algo… nuclear. Perseguido por um grupo de mercenários contratados por uma corporação inescrupulosa, por estar em posse de uma fórmula poderosa criada pelo falecido Professor Martin Stein, Jason convoca os poderes do Nuclear, mas não sozinho.

Edição #2: Agora não há mais volta. Jason e Ronnie, juntamente com sua colega de escola Tonya, estão sendo caçados pela equipe de elite Hiena e procurados pela polícia, e tudo por causa dos Protocolos Nuclear do Prof. Stein.

Edição #3: Depois de derrotar a Hiena, Jason e Ronnie são obrigados a convocar o Fúria para enfrentar Hélice, o primeiro experimento humano com os protocolos Nuclear, e marido de Candance Zither, a responsável por trás desses ataques.

Edição #4: Mikhail Arkadin, co-criador do Protocolo Nuclear ao lado de Martin Stein, não está contente de saber que seu projeto foi roubado e está sendo negociado no mundo todo. Jason leva Tonya, ferida, ao hospital mais próximo enquanto que Ronnie vai atrás de seus familiares.

Edição #5: A diretora Zither convenceu o pai, mas não totalmente a Jason sobre seu projeto de um país seguro com a presença de um Nuclear. Eles são convencidos a participar de uma apresentação, mas percebem tarde demais que tudo não passava de uma armadilha com consequência trágicas.

Edição #6: Arkadin, o Phozar está caçando Nucleares ao redor do mundo e seu próximo alvo são os dois Nucleares americanos – Ronnie e Jason. E para piorar a situação, Phozar acha que os dois foram os responsáveis pela destruição no estádio que dizimou duas mil pessoas.

Nos Novos 52, Nuclear tem uma versão bem diferente da original, incluindo sua origem e até mesmo as pessoas que o formam. A trama é baseada em terrorismo corporativo e foi escrito para ser impactante, mas poderia ter sido melhor.

Por Roger

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