Em 1994, Nelson Mandela tornou-se o primeiro presidente de uma África do Sul democrática. Tendo encontrado um país destruído por séculos de colonialismo e apartheid, Mandela estabeleceu as bases para garantir que todos os cidadãos da África do Sul se tornassem iguais perante a lei.

Relato de seus anos na presidência, A cor da liberdade tem como espinha dorsal as memórias que Mandela começou a escrever quando se preparou para deixar o cargo, mas não teve condições de terminar. Coube ao premiado escritor sul-africano Mandla Langa a responsabilidade de completar a tarefa. Usando o rascunho inacabado e as notas detalhadas que Mandela fez ao longo dos anos – além de um rico e inédito material de arquivo –, Langa realizou um trabalho admirável.

Com prólogo da viúva de Mandela, Graça Machel, esse livro é  um testemunho inspirador da criação de uma nova democracia – a história de um país em transição e os desafios que Mandela enfrentou para tornar realidade a sua visão de uma África do Sul livre, emancipada e de todas as cores.

A cor da liberdade é o tão aguardado segundo volume das memórias do líder, lançado no mês em que comemora-se o centenário de Mandela, em 18 de julho de 2018. Traz robusta seção de informações suplementares, com glossário de nomes, lugares e pessoas, cronologia e mapa da África do Sul em 1996 com a nova organização das  províncias promovida pelo governo de Mandela, além de caderno de imagens com cerca de 50 fotos.

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