‘Tupinilândia’ de Samir Machado de Machado aborda história alternativa do Brasil

No início dos anos 1980, com o Brasil rumando para a abertura política, um industrialista constrói em segredo um parque de diversões. Batizado de Tupinilândia, funcionaria como uma celebração do nacionalismo e da nova democracia que se aproximava. Todavia, durante um fim de semana em que se testavam as operações do parque, um grupo de militares invade o lugar e faz funcionários e visitantes de reféns. Duas décadas depois, um arqueólogo obcecado pelo mito de Tupinilândia, chega com sua equipe e descobre um terrível segredo. A partir daí as duas pontas do romance se unem numa aventura literária pelo passado recente do Brasil e pela memória dos anos 1980.

Esse é a sinopse de Tupinilândia, lançamento da Todavia, romance do gaúcho Samir Machado de Machado, vencedor do prêmio Açorianos 2018 com Homens Elegantes (Rocco, 2016). Uma aventura que mistura Indiana Jones, DuckTales, Vigilante Rodoviário e Capitão Aza, nacionalismo, anos 1980, um trabalho que envolve entretenimento e fantasia, mas com viés crítico. Lançamento será agora no início de julho e com certeza estará em nossa estante.

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