Para depois que eu partir | Lançamento emocionante do livro de Heather McManamy e William Croyle

 

O que fazer quando a doença tira os seus dias mais preciosos e coloca uma data para sua existência?

Heather recebeu este diagnóstico e mesmo doente e vivendo com diversas dores fez dos seus último instantes de vida uma inspiração para sua filha com cartas lindas para cada momento que não estaria mais presente.

Editora Universo dos livros acertou mais uma vez, a capa do livro é linda. Confiram a sinopse:

Com trinta e cinco anos, após ser diagnosticada com câncer de mama em estágio terminal, Heather McManamy sentiu como se sua vida estivesse desmoronando. Sua rotina virou de cabeça para baixo e foi substituída por várias cirurgias e dezenas de sessões de quimioterapia que poderiam estender um pouco mais sua vida, mas não impedir a morte iminente. Com espírito vivaz e uma nova perspectiva, Heather começou a experimentar cada dia como se fosse o último. Ela aprendeu a aproveitar cada momento, apreciar a beleza ao seu redor e agradecer por suas bênçãos. Ponderou também a respeito da jornada futura de sua filha sem a mãe e, com dignidade, fez os preparativos para isso. Heather começou a escrever mensagens comemorativas para a filha,

Brianna, com quatro anos na época. Mensagens para o seu primeiro dia de escola, para o seu aniversário de dezesseis anos, para o dia de seu casamento. Mensagens para quando as coisas estivessem indo bem e para quando não estivessem. Mensagens para quando Brianna precisasse de sua mãe – fosse dali a cinco ou a cinquenta anos – e Heather já não estivesse mais lá para lhe dar apoio.

Para depois que eu partir é a história do poderoso amor de uma mãe por sua filhinha. E as incomparáveis experiências ​​de Heather, permeadas de humor e elegância, são um lembrete para que não tomemos como certo e seguro um dia sequer.

Por favor, conte histórias para a Brianna, para que ela saiba o quanto eu a amo e como sempre vou me orgulhar dela (e me faça parecer muito, mas muito mais legal do que sou). Porque não há nada na vida que eu ame mais do que ser a mãe dela. Nada. Cada momento que eu passei com ela foi uma felicidade que eu não imaginava existir até que ela aterrissou na minha vida.

E não diga que eu perdi a batalha contra o câncer. Porque o câncer pode ter tirado tudo de mim, mas ele não tirou o meu amor, minha esperança ou a minha alegria. Não foi uma batalha, foi simplesmente a vida. Muitas vezes ela é brutal e injusta, e é assim que as coisas são. Eu não perdi, caramba. Eu considero a forma como vivi com câncer durante anos uma vitória enorme. Por favor, lembre-se disso.

E o mais importante, eu tive a sorte de passar mais de uma década com o amor da minha vida e com o meu melhor amigo, Jeff. Almas gêmeas existem. Cada dia com Jeff ao meu lado foi hilário e repleto de amor. Ele é, com certeza, o melhor marido do universo. Durante toda essa porcaria de câncer, ele nunca titubeou, mesmo naqueles momentos em que a maioria das pessoas iria querer fugir. Mesmo nos piores dias imagináveis, encontramos uma forma de rir juntos. Eu o amo mais do que a própria vida e acredito sinceramente que esse amor, de tão especial, só pode ser eterno.

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