E Se Estivermos Errados? Novo Livro de Chuck Klosterman

É possível que tenhamos alcançado o limite do conhecimento?

MAIS UM GRANDE LANÇAMENTO DA EDITORA HARPER COLLINS BRASIL

 

O ano é 2517. O futebol não é mais o esporte nacional (na verdade, ninguém mais se importa com esportes). A democracia é considerada uma forma de governo bem-intencionada, mas pouco eficaz. E o nome que vem a mente quando se fala em rock ‘n’ roll é… Nickelback. Duvida?

Chuck Klosterman, autor best-seller do New York Times, propõe perguntas que são profundas em sua simplicidade: o quão certos estamos do nosso conhecimento sobre a gravidade? O quão certos estamos do nosso conhecimento sobre o tempo? Qual será a memória definitiva do rock daqui a quinhentos anos? O quão seriamente deveríamos levar o conteúdo dos nossos sonhos? O quão seriamente deveríamos levar o conteúdo das nossas redes de televisão? Estariam todos os esportes condenados à extinção? É possível que o maior artista de nossa era seja atualmente desconhecido (ou, mais estranho ainda, amplamente conhecido mas completamente desrespeitado)? É possível que superestimemos a democracia? E, talvez o questionamento mais perturbador: é possível que tenhamos alcançado o limite do conhecimento?

Este não é o primeiro livro do autor lançado aqui, em 2013 foi lançado ”O Homem Visível” pela Editora Bertrand Brasil


 

SINOPSE

A terapeuta Victoria Vick é contatada por um homem que acredita viver uma situação ímpar e exige que suas sessões se deem por telefone. Ela aceita, mas, com o avançar das conversas, ele se revela um homem enigmático, o que a faz se convencer de que ele está delirando. Y, como ela decide chamá-lo, é um homem inteligente, bem-educado e culto, e alega ser um cientista que vem utilizando uma tecnologia de camuflagem. Ele afirma que é impossível para qualquer pessoa vê-lo enquanto usa o traje que desenvolveu, mas foge do termo “invisibilidade”.

A um só tempo lúcido, tenso e divertido, o romance O homem visível, de Chuck Klosterman, trata de diversos temas da modernidade – como a importância da cultura, a influência da mídia, o voyeurismo e a contradição existente em ser uma pessoa considerada “normal”. Quando publicado nos Estados Unidos fez enorme sucesso, sendo aclamado pela crítica e pelos leitores.

Mais do que um romance sobre um homem com uma possível habilidade especial, O homem visível analisa dois lados de uma mesma história: as atitudes das pessoas quando não estão sendo vistas, e a conduta ética de quem está observando sem ser visto. Klosterman criou um paralelismo entre o voyeurismo e desejo ardente de assistir o sofrimento alheio, ambos presentes tanto no livro quanto na sociedade.

No fim, o livro fará o leitor refletir: É possível alguém se tornar invisível aos olhos de uma sociedade que busca cada vez mais descobrir, neste mundo midiático e repleto de informação, o que se passa na vida alheia?

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SOBRE O AUTOR

Chuck Klosterman nasceu em 1972 e é autor de diversos livros de ficção e não ficção, entre eles os aclamados Sex, Drugs and Cocoa PuffsDowntown Owl Eating the Dinosaur. Seu primeiro livro, Fargo Rock City – a Heavy Metal Odissey in Rural North Dakota, ganhou o importante ASCAP-Deems Taylor Award. Seus livros sempre fogem da linguagem jornalística e se enviesam para o não comercial, mais sofisticado. Apesar disso, o autor demonstra grande versatilidade e escreve para meios de comunicação como GQEsquire, New York Times Magazine, Spin, The Believer, The Guardian e para a ESPN, além de escrever com regularidade sobre esporte e cultura geral para o site Grantland.comO homem visível, que entrou na lista dos mais vendidos do New York Times, é sua estreia no Brasil.

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