O Mágico de Oz

Em 27 de junho, às 20h, Dorothy, o Homem de Lata, o Espantalho e o Leão Covarde invadem as salas da Rede Cinemark na exibição de “O Mágico de Oz” (1939), do diretor Victor Fleming. O longa, estrelado por Judy Garland, Ray Bolger, Bert Lahr e Billie Burke, entre outros, integra a atual temporada de Clássicos Cinemark.

Após as férias escolares, em agosto, a programação especial retorna com filmes que marcaram época: “Curtindo a Vida Adoidado” (1986), “Duro de Matar” (1988), “Coração Valente” (1995), “Clube da Luta” (1999) e “Cantando na Chuva” (1952).

Os ingressos podem ser adquiridos no site da Rede (www.cinemark.com.br) ou na bilheteria dos cinemas participantes. Os valores variam de R$ 4 a R$ 16. Clientes Cinemark Mania têm 50% de desconto no preço da entrada.

Confira algumas curiosidades sobre o musical “O Mágico de Oz”:

Origem
O filme surgiu a partir do livro “O Mágico de Oz”, escrito pelo americano L. Frank Baum na década de 1900. Após a publicação se tornar um best-seller infantil, o autor produziu uma sequência com mais de 10 contos sobre as aventuras dos personagens da Terra de Oz e a jovem do Kansas.

Sapatinhos de Dorothy
Na obra de Baum, os sapatos usados por Dorothy eram prateados, mas no filme foram transformados na cor vermelho rubi. É com o poder deles que a personagem volta para casa no Kansas, antes de dizer uma das falas mais conhecidas do cinema: “Não há lugar como o nosso lar” (There’s no place like home).

Prêmios
Fleming dirigiu grande parte das filmagens, mas no final foi convidado a dirigir outro clássico, “E o Vento Levou”, e foi substituído pelo cineasta King Vidor. Os dois filmes concorreram ao Oscar de 1940 e “O Mágico de Oz” conquistou as estatuetas de Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original, com a música Over the Rainbow.

Tecnologia
O longa foi um dos primeiros a usar a tecnologia technicolor para colorir as cenas. Assim, foi possível construir dois universos no filme: o real, em preto e branco, e o mundo da fantasia – a Terra de Oz -, com cores vibrantes.

Acidente em cena
Logo após o primeiro encontro entre a Bruxa Má do Oeste e Dorothy, a vilã deveria deixar a cena após o aparecimento de uma fumaça vermelha. Uma falha no dispositivo gerou uma faísca e, em seguida, uma explosão, causando queimaduras de segundo e terceiro graus no corpo e no rosto de Margaret Hamilton, que interpretou a Bruxa. Por isso, a atriz ficou afastada por algumas semanas do set.

Animais de verdade
Por pouco o Leão Covarde não foi interpretado por um leão de verdade. A ideia inicial era dublar e utilizar o mesmo animal do símbolo do estúdio da MGM, onde o filme foi rodado. A sugestão foi recusada, e o ator Bert Lahr assumiu o papel.

A maquiagem
Para não desfazer a maquiagem de seu personagem, Lahr evitava comer alimentos sólidos e, com isso, passou grande parte das filmagens se alimentando de sopas e milk-shakes.

Troca de papeis
Buddy Ebsen foi convidado inicialmente para viver o Homem de Lata, mas o alumínio usado na confecção do figurino provocava um processo alérgico no ator. Por isso, o papel foi transferido para o ator Jack Haley, que não sabia ao certo porque Ebsen tinha desistido.

Serviço – Clássicos Cinemark:
Horário: 20h
Preço: variam de R$ 4 a R$ 16
Confira no site da Cinemark os valores em cada complexo.

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