A tecnologia, um campo que cresce e evolui tão rápido quanto o pensamento, o que víamos em filmes de ficção de décadas atrás, estão aos poucos se tornando realidade, e tivemos recentemente a prova de que até mesmo Elvis ou Freddie Mercury poderiam fazer “participações especiais” como hologramas em shows.

E é mais ou menos isso que vemos aqui, nessa adaptação da premiada peça de teatro homônima, em um futuro próximo, hologramas fazem parte do dia-a-dia para relembrar de entes queridos que já se foram, no caso, o falecido marido de Marjorie (Lois Smith), Walter vivido por Jon Hamm de Mad Men, um holograma perfeito, com as lembranças de seus dias com a esposa.

Marjorie, que já tem uma idade avançada, está começando a ter problemas com a memória e a presença do holograma passa a ter papel fundamental em sua auto-estima, porém, sua filha Tess (Geena Davis) mostra preocupação com sua relação cada vez mais profunda com a suposta imagem de seu pai.

Na direção Michael Almereyda e Jordan Harrison, indicado ao Pulitzer pela peça de teatro, como roteirista.

Sem previsão de estrear nos cinemas. Foi exibido no festival de Sundance e recebeu ótimas críticas.

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