Bertrand Brasil lança “Anjos partidos”, sequência de “Carbono alterado”

No inicio do ano informamos do lançamento do Carbono Alterado que a Bertrand Brasil publicou seguindo a série Altered Carbon na Netflix, que já recebeu nossa critíca. Agora, temos a continuação do livro de estreia de Richard Morgan, Anjos partidos, que segue com o cyberpunk revivido em “Carbono alterado”, mas que ganha contornos mais destacados de uma ficção futurista.

A história trata da maneira que a vida eterna é comercializada de forma banal por grandes corporações que dominam o comércio de “capas”, nova denominação para os corpos. Em pleno século XXV, a humanidade está espalhada por toda a galáxia e o avanço da tecnologia permite o armazenamento de memórias como forma de backup da consciência. Com o investimento certo, qualquer pessoa pode ter uma “capa” reserva e fazer o download de suas lembranças em um novo corpo em caso de morte.

Takeshi Kovacs, investigador particular, ex-agente secreto, cumpria uma pena por seus crimes até ser reinserido em outra capa e forçado a aceitar uma proposta: descobrir quem assassinou – ou será que foi suicídio? – o último corpo de Laurens Bancroft, poderoso magnata que teve os últimos momentos na vida anterior apagados. Se em “Carbono alterado” Kovacs vai atrás de respostas, em “Anjos partidos”, segundo livro da série, ele está de volta para ser aquilo que foi treinado: um soldado. Contratado como mercenário, seu dever é ajudar o governo a reprimir uma violenta revolução civil no planeta Sanction IV. Kovacs, no entanto, não está do lado de ninguém além do seu próprio. Então, quando um piloto desertor lhe faz uma oferta lucrativa, ele não hesita em abandonar o campo de batalha e embarcar em uma traiçoeira caça ao tesouro. Tudo o que o separa de seu objetivo, uma antiga nave alienígena, são uma cidade banhada em radiação, nanotecnologia assassina e quaisquer surpresas que a civilização marciana possa ter deixado para trás.

Ambientada trinta anos após o primeiro livro, a narrativa se mantém fiel a temas como: corrupção, banalidade da vida humana e os perigosos avanços tecnológicos que transformam o homem em verdadeiras máquinas.  

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