2018 em séries | As melhores séries do ano

Listamos as séries favoritas do ano de 2018 no Mundo Hype

2018 foi ano dos streamings e suas super produções.

O ano que acabou nos trouxe grandes surpresas e grandes decepções no quesito séries, mas não vamos falar de decepção nessa lista. Daqui em diante tudo é ‘quentinho no coração’, só as séries mais memoráveis do ano que passou. Algumas mais e outras menos. O que importa é a mensagem e a qualidade de cada produção aqui citada.

As séries listadas aqui, foram listadas pelo critério de estréia e não de preferência. Todas as séries citadas estão aqui por um motivo especial: entretenimento bem feito. Algumas podem ter nota baixa, aqui mesmo no site, mas isso não tira o mérito do produto final. Outro critério é o destaque que a série recebe na imprensa, crítica geral e premiações.

Se sua série favorita ficou de fora, não esquece de deixar um comentário pra ela não ficar de fora.

Esse texto é uma colab entre Flávia Viana, Helena Ivo e Maurício Tavares.

Altered Carbon – Estreou em 02 de Fevereiro

Em Altered Carbon, somos apresentados ao universo criado para narrar a supremacia do dinheiro, a opressão aos que não possuem muitas escolhas e a perversidade da vida eterna. Takeshi Kovacs, um garoto que cresceu vendo sua mãe ser agredida e teve que se sacrificar para ver a irmã sendo bem cuidada, é o protagonista da série. Um guerreiro de primeira, habilidoso na luta corpo a corpo e um atirador preparado, Kovacs se vê sendo trazido de volta à vida para solucionar um crime. O que Kovacs não conseguiu perceber com sua habilidade em ver os detalhes, é que estava no meio de uma rede de intrigas, rede essa protagonizada pela pessoa que ele menos esperar reencontrar no futuro.

Killing Eve – Estreou em 04 de Abril

Killing Eve é uma série da BBC Americana criada por Phoebe Waller-Bridge (conhecida por dar voz ao robô L3-37 de Han Solo). Baseada no livro chamado Codename Villanelle, de Luke Jennings onde conhecemos Eve Polastri (Sandra Oh, Grey’s Anatomy) que é uma funcionária de segurança de baixo nível da MI6 (Agência Britânica de inteligência) frustrada que sonha em ser uma espiã. Enquanto isso temos Villanelle (Jodie Comer, Doctor Foster) é uma caprichosa e perigosa assassina que desfruta de uma vida de luxo proporcionada por seu trabalho violento. Quando Eve começa a conectar Villanelle a uma série de assassinatos pela a Inglaterra, ela acaba sendo encarregada de encontrar a assassina é então que as duas acabam obcecadas uma pela outra e começa assim um jogo de gato e rato que toma proporções mundiais.

The Handmaid’s Tale (Temporada 2) estreou em 25 de Abril

Na segunda temporada de The Handmaid’s Tale acompanhamos June em uma fuga frustrante e em uma luta sem fim pela sua liberdade e de suas amigas, além de sua própria filha. Logo de início e os primeiros episódios da segunda temporada são extremamente emocionantes. A série começa a ampliar aos nossos olhos tudo o que aquele movimento fanático e alienado destruiu. Não só famílias, não só instituições, almas foram quebradas. A série decidiu também nos dar mais do background de personagens importantes como Moira e Emily, o que nos faz ter ainda mais apego ao que as duas passam (embora Moira esteja melhor que Emily).

Westworld (Temporada 2) estreou em 22 de Abril

Westworld é, de longe, uma das séries mais bem orquestradas da TV. Uma obra de Lisa Joy e Johnatan Nolancom os dedos de midas de J.J Abrams, Westworld trouxe, de fato, o elemento surpresa de volta para os amantes de série. Lost trouxe, anos atrás, a loucura por teorizar finais e destinos dentro de uma série. Westworld deixou esse sentimento mais latente e ao contrário do que acontece em outras obras, nesse caso, só deixa a série ainda mais intrigante e apaixonante a cada episódio. Em resumo, Westworld segue com o status de grande ficção científica do século 21 com uma das narrativas mais completa da atualidade.

Pose estreou em 3 de junho

Mais uma antologia criada por Ryan Murphy, Pose conta como era a cena LGBTQ nos anos 80 e 90. Além disso, a série ilustra como foi o início da epidemia de AIDS, mostrando todo o preconceito e ignorância de todos, inclusive da própria comunidade. A série conta a história de uma porção de personagens, desde garotos descobrindo a sexualidade e segundo expulsos de casa por isso, até o cenário Drag Queen (fãs de RuPaul’s Drag Race vão identificar vários bordões), passando até pela questão de identidade de gênero. Com uma história completa e um texto extremamente inteligente, Ryan Murphy entrega um drama cheio de momentos tristes, mas permeado de muita alegria e positividade.

Objetos Cortantes estreou em 08 de julho

Em Objetos Cortantes acompanhamos Camille Preaker (Amy Adams) tentando de todas as maneiras sobreviver na cidade de Wind Gap e a sua família. Depois que duas crianças são assassinadas, Camille vê uma chance de enfrentar finalmente fantasmas de seu passado e acaba se envolvendo com o Detetive Richard Willis (Chris Messina), que está encarregado do caso. A mãe de Camille, Adora (Patricia Clarkson) tem uma obsessão em cuidar de sua filha Amma (Eliza Scanlen), que pode ser algo bem mais sério do que aparenta. Já Amma mostra uma maldade a todo momento atacando as pessoas ao seu redor.

American Horror Story: Apocalipse estreou em 12 de julho

Ao passar dos anos American Horror Story se tornou mais que uma série, se tornou um evento televisivo e mesmo após sete temporada ainda segue forte como referência em série no seu gênero. Tratando de temas relevantes através do horror tais como psicopatia (Asylum), histeria coletiva (Cult). mas talvez nenhuma de suas temporadas tivesse tido a repercussão que a primeira temporada (Murder House) e muito se deve aquele finale quando Constance (Jessica Lange)  encontra o bebê Michael cheio de sangue e a babá degolada ao seu lado. Eis que sete anos depois chega American Horror Story: Apocalypse se aproveitando justamente desse gancho deixado há tantos anos.

Titans estreou em 12 de outubro

Não é por que em seu elenco temos adolescentes que, necessariamente, Titans tenha essa pegada teen que as séries da DC costumam ter (vide Flash, Arrow e Supergirl). Dick Grayson, depois de se ‘desiludir’ com os métodos e ações de seu mentor (Batman), decide recomeçar em Los Angeles, como detetive. Dessa maneira, Dick Grayson pode ajudar aos outros sem precisar se esconder atrás de uma máscara e tão pouco agir fora da lei, colocando para si mesmo um limite. Além de Dick, o Robin, a série nos apresenta a poderosa Kori Anders (Estelar) que perde sua memória e precisa reencontrar o norte de sua missão na terra.

A Maldição da Residência Hill estreou em 12 de outubro

Dirigido por Mike Flanagan (Jogo Perigoso) A Maldição da Residência Hill tem pouquíssimas similaridades com o livro, na série somos apresentados ao casal Crain  e seus cinco filhos que se mudam pra casa mal assombrada. A história é contado em duas linhas temporais, uma nos anos 90 onde conta a experiência das crianças e do casal vivendo na Residência Hill e outra nos dias atuais onde vemos como cada um foi afetado pelos acontecimentos na casa até a vida adulta. O roteiro opta por dedicar os primeiros episódios na introdução e estudo de cada um dos filhos do Casal Crain, e isso funciona muito bem pra narrativa da série, de modo que entendemos qual a relação de cada um com a casa, e de como  definiu e interfere na vida adulta, causando traumas em cada um deles. As tramas se encontram o tempo todo, fazendo assim que a nossa percepção de cada um também mude cada vez que um ponto de vista nos é apresentado, e isso torna uma narrativa que poderia ser cansativa em algo genial.

O Mundo Sombrio de Sabrina estreou em 26 de outubro

O mundo Sombrio de Sabrina é baseado em uma série de quadrinhos da Archie Comics (mesmo universo de Riverdale) que conta a história de Sabrina, uma adolescente metade bruxa e metade mortal que se vê obrigada a escolher entre um dos dois mundos. A História de Sabrina já havia virado uma sitcom lá em 1996 e durou sete temporadas, com um tom mais leve, quase que infantil. Pois bem, eis que em 2018 chega no catálogo da Netflix a versão mais sombria e fiel aos quadrinhos de Sabrina, quando o primeiro trailer foi lançado a mudança de tom assustou alguns fãs saudosos da série dos anos 90, e O Mundo Sombrio de Sabrina reforça essa proposta ao longo de seus 10 episódios.

The Marvelous Mrs. Maisel estreou em 5 de dezembro

Depois da temporada de prêmios onde The Marvelous Mrs. Maisel arrebatou todos os troféus possíveis, a Amazon Prime Video traz mais 10 episódios ainda melhores do que a primeira temporada e isso é completamente possível. A criação de Amy Sherman-Palladino virou um monstro da comédia moderna que foge do formato de sitcom ou qualquer formato com menos de 30 minutos. A primeira temporada nos mostra Mirian Maisel saindo do casulo social e quase opressivo em que vivia. Agora, a Maravilhosa Sra. Maisel conquistou independência (muito mais emocional, já que a financeira vem lentamente de acordo com suas apresentações).

Black Mirror: Bandersnatch estreou em 28 de dezembro

Black Mirror: Bandersnatch foi lançado na última sexta-feira, 28, pela Netflix e trouxe pela primeira vez um filme interativo para o público da plataforma. Dirigido por David Slade, que também é responsável pelo thriller MeninaMa.com e por diversos videoclipes de bandas bem sucedidas como MuseSystem of a Down, Bandersnatch é diferente de tudo o que você já viu. O longa não é linear – traz mais de 5 finais alternativos que variam de acordo com o que o espectador decide para o personagem principal, permite que o usuário interaja diretamente com o protagonista em uma das cenas e traz diversos assuntos importantes.


De todas essas séries a sua favorita do ano ficou de fora? Não esquece de comentar e deixar o nome da queridinha.

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