Crítica – CSI: Investigação Criminal (1ª Temporada)

     Saudações Multiverso! Hoje o Levando a Série terá um ar, digamos, mais saudosista que o normal. Isso porque estaremos falando do épico CSI (também conhecido como
Investigação Criminal ou ainda como CSI: Las Vegas), seriado que infelizmente
está nos deixando, após 15 temporadas. Fica aqui nossos agradecimentos por
tantas horas de entretenimento, afinal, quem não “incorporava” o espírito
investigador acompanhando a série na tv? Nada melhor que homenagear relembrando
como tudo começou. Seja bem-vindo à primeira temporada da turma de Girl
Grissom
, Warrick Brown, Nick Stokes e companhia. Boa leitura.

CSI:
Investigação Criminal

       Quem não sente aquela pitada de nostalgia ao assistir a abertura abaixo?

 

 

     Pois é, CSI foi um seriado que marcou brilhantemente a vida
da maioria de nós. Sim, multiversista, você leu certo, foi. Infelizmente foi
anunciado na metade de 2015 o término da série que acompanhou toda uma geração,
deixando para um filme a difícil missão de fechar com chave de ouro a
bem-sucedida franquia.
    Se existir alguém que ainda não acompanhou um
episódio sequer de uma das 15 temporadas feitas, explico. CSI acompanha as
incontáveis aventuras relacionadas às investigações dos cientistas forenses
responsáveis pelo departamento de criminalística da polícia de Las Vegas.
      Sei que há muitas pessoas que torcem o nariz para esse formato de seriado, onde
cada episódio traz um enredo diferente, e isso acaba sendo mais priorizado do
que um enredo principal. Apesar disso, um dos pontos mais fortes da série é
justamente toda essa grandiosidade proporcionada pelos casos, um melhor
elaborado que o outro. A coisa fica tão bem feita, que alguns episódios
literalmente se tornam inesquecíveis. Mas vamos do começo.
     A primeira temporada tem início quando um homem é encontrado
morto numa banheira. Surgem as pessoas que se tornariam figuras constantes na
trama, como Grissom, Warrick, Nick e Catherine. Grissom já demonstra de cara
sua inteligência e destreza ao apostar que o tal homem da banheira foi
assassinado, quando todos apostavam no suicídio. Warrick e Nick estão
concorrendo para subirem de patente na equipe, mas as coisas não acabam muito
bem. Warrick é um viciado em jogos de cassino, e é justamente durante uma de
suas “recaídas” que sua subordinada acaba levando um tiro, e morrendo. Começo a
mil por hora.
     Nos episódios subsequentes, nos é apresentado a mais nova integrante do grupo,
Sara, que logo se aproxima bastante de Grissom, dividindo opiniões. Seguem-se
então, a inúmeros casos que a equipe, ora juntos, ora divididos, são obrigados
a solucionar. A série pode lembrar Sherlock às vezes (outra série de mistérios,
veja AQUI nossa opinião sobre a primeira temporada e AQUI sobre a segunda),
apesar de terem contextos e propostas diferentes. Ambas possuem como pilar
principal a questão de resolver e solucionar crimes, então acredito que se você
curte uma, provavelmente também gostará da outra.
      Como dito anteriormente, a grande maioria do seriado é ocupada por esses casos que a princípio podem não parecer chamativos, mas que durante o seu desenrolar irá fisgar o espectador de maneira quase inconsciente.
Um dos fatos que ajudam a alcançar isso está na maneira que cada um se
desenrola ou se resolve, quem está assistindo percebe que a série é
inteligente, que realmente agrega valor ao espectador, ainda que às vezes possa
parecer exagerada.
     E enfim, depois de 22 episódios de pura adrenalina e suspense, chegamos ao season finale da primeira temporada, quando a equipe se vê frente a frente com um serial killer, que ainda por cima é profundo conhecedor das técnicas forenses, deixando poucas evidências pra trás.
Como os CSI estão levando um baile do assassino, o FBI acaba sendo chamado, o que revolta bastante os investigadores forenses, principalmente depois que eles descobrem que o FBI quer usar Sara como isca.
     Um dos pontos a serem destacados está nos incríveis fins de temporadas que CSI possui desde a primeira temporada, que nos deixam roendo as unhas de ansiedade para as próximas. Mas o que realmente sentirei falta com o fim do seriado se dá nesse mar de sensações que CSI nos proporciona, com enredos envolventes, personagens que nos cativam, sempre com aquela vontade de “quero mais”. Tanto que da série derivaram outros três spin-offs: CSI Miami, CSI Nova York (que infelizmente também já acabaram) e CSI: Cyber, que como o nome sugere, é focada em crimes cibernéticos. Pode ser uma nova pedida pra galera que, assim como eu, ficou de luto com o fim da série original. Ou então, a boa pode ser rever tudo. Episódio é o que não falta.
      Fala multiversista, queremos saber sua opinião. O que você acha da série? O que curte e o que não curte? Acompanha ou já acompanhou os spin-offs? Divida com a gente. Sugestões, como sempre, serão muito bem-vindas. Um abraço e até a próxima.

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