No começo do filme temos a aparência de que será só mais um besteirol americano, com muitos palavrões, estilo American Pie. Entretanto, estamos absolutamente errados. O motivo? A crítica que o filme nos mostra e entrega, é bastante convincente.

Primeiro de tudo, temos uma metáfora do obsoleto e a evolução. Um pai de família, dono de uma fábrica de papel, conhece o namorado da filha. Ned Fleming entre em guerra com o namorado de sua filha, Laird Mayhew. Ned tem uma visão “antiquada” da vida, enquanto Laird vê o mundo de outra forma, porém, acaba se tornando bastante exagerado em tudo.

Claro, a comedia se faz presente no longa, mas o que devemos olhar mais atentamente é a construção do roteiro. Sempre direto e firme em seu contexto, poucas falhas e alguns deslizes.

O filme contém diversas referências ao Planeta dos Macacos e Breaking Bad. Filme e série que os respectivos atores principais participaram.​​

Um erro chave é Bryan Cranston (Ned Fleming) não convencer muito com seu papel, tendo algumas tropeçadas em seu personagem. James Franco (Laird Mayhew) está significativamente bem, mas como sabemos, comedia é um ponto fraco do ator. Zoey Deutch (Filha de Ned Fleming) não convenceu nada no seu personagem, forçando-o várias vezes.

As falhas não chegam a comprometer a narrativa, porém, força um pouco a veia cômica dos atores.

REVER GERAL
Nota
7.0
Não adentre a boa noite apenas com ternura. Fúria, fúria contra a luz que já não fúlgura.

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