Crítica | Rogue One: Uma História Star Wars

Até ontem, eu achava que seria relativamente fácil sentar na frente do computador e escrever a critica de Rogue One. Mas foi tão emocionante, que eu não sei nem por onde começar. Obviamente, essa critica é feita por uma fanática por Star Wars e eu sempre vou achar a franquia incrível. Mas sinceramente, mesmo alguém que não é fã da saga, vai amar esse filme.

Todos conhecíamos o roteiro do longa. Um grupo de Rebeldes que se reúnem para roubar os planos de construção da estrela da morte que mais tarde são usados pelos rebeldes (episódio IV), para explodir a super arma do Império.

Pois é, Rogue One é tudo isso e muito mais. Como já tinha sido falado, Rogue One por ser um spin off é diferente dos filmes das trilogias, o filme anda em um ritmo diferente. A batalha entre a Aliança Rebelde e o Império Galáctico é o verdadeiro foco desse filme. Os Rebeldes que fazem tudo pela causa, estão dispostos a matar, morrer, fazer o que for preciso para conseguir derrubar o império, você vê naqueles rostos de quem está disposto a lutar, que eles fazem tudo por amor a causa, eles querem se libertar e libertar toda a galáxia daquela opressão que o Império está causando e nada nem ninguém vai segurar eles, que estão dispostos a tudo.

O Ritmo de um filme de Guerra está presente em todos os momentos, de longe é o filme com mais ação de toda a saga, as batalhas são sensacionais, tanto em terra, quanto no espaço. Rogue one conseguiu capturar a essência do nome da Saga, porque o filme é literalmente sobre uma Guerra nas Estrelas.

Todos os atores estão incríveis em seus papéis. Jyn Erso (Felicity Jones) era uma personagem que me preocupava um pouco, por ser outra protagonista feminina (apesar do filme ser um spin off), que cresceu sem os pais, achei que pudesse ficar um pouco repetitivo, o que não aconteceu… A personagem coube perfeitamente no contexto e mostrou a que veio. Mas pra mim os personagens que mais se destacaram foram Chirrut Îmwe (Donnie Yen) e Baze Malbus (Wen Jiang), a amizade entre esses personagens é linda de se ver, eles estão sincronizados e você sente isso o tempo todo enquanto eles estão em cena. A sensibilidade que Chirrut tem com a força é maravilhosa e emociona. K-2SO, também rouba a cena muitas vezes, mais sincero do que qualquer pessoa, o Android Imperial modificado, fala o que vier a sua cabeça mesmo nos momentos mais sensíveis. Ele também protagoniza algumas cenas de humor que são ótimas. O humor que está presente no filme, é contido, moderado e acontece nas horas certas.

A crueldade do Império está muito mais presente. Orson Krennic (Ben Mendelsohn’s) faz de tudo para agradar o Imperador. Os Deathtroopers não tem um destaque tão grande quanto eu imaginei pelos trailers, em compensação os Stormtroopers mostram que não são tão ruins de pontaria como sempre ouvimos falar. Muito bem treinados pelo império, eles dão um bom trabalho para a Aliança Rebelde. Vader… não vou falar de Darth Vader, porque como sempre, ele entra em cena para arrasar.

O Filme é simplesmente incrível, ele se desenvolveu exatamente como deveria e foi aquilo que todo fã da saga (principalmente os que acompanham os Universos Expandidos – antigo e novo) sempre quiseram ver na tela do cinema. Porque Rogue One é isso, uma fatia desse enorme universo que existe além da saga principal e ter o privilégio de ver isso no cinema, é simplesmente maravilhoso. Rogue One: Uma História Star Wars foi um gigantesco acerto e se todos os spin offs vierem nesse nível, então se preparem, porque teremos muita coisa boa pela frente.

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