Crítica | John Wick: Um Novo Dia Para Matar

A continuação do filme manteve a qualidade em todos os aspectos, mas pecou no quesito “vilão”. Vimos um John extremamente focado em seu objetivo e com um maior desejo de parar com a sua vida de matança. Keanu Reeves consegue passar esse sentimento, uma hora de desejo por vingança, outrora por paz e sossego.

John Wick: Um Novo Dia Para Matar trás o que há de melhor em cenas de ação, tiroteio e perseguição, contando com incríveis golpes de jiu-jitsu, taekwondo e krav maga.

O roteiro continua sendo bastante raso, mas sempre bem direto e específico. Não se tem reviravoltas e nem dúvidas, a trama é objetiva, com um leve charme dos filmes dos anos 80 e 90.

A trilha sonora é o grande acerto da produção, uma trilha envolvente, quase que oitentista, mas com um leve charme modernista.
Vemos depois de longos anos Laurence Fishburne e Keanu Reeves atuando juntos de novo, mas agora em lados supostamente opostos.

O pôster do filme faz sentido no final do filme, uma grande erro de John acaba comprometendo totalmente sua vida, um erro banal e inaceitável pelas leis dos assassinos.

A produção consegue ser bastante envolvente, consegue prender nossa atenção. Seja fã de filmes de ação ou não, John Wick irá capturar sua fixação por entender o desfecho do filme.

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