Crítica | Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar

Piratas do Caribe: A vingança de Salazar (Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales), estreia nessa quinta-feira, 25 de maio.

O novo filme da franquia, dirigido por Joachim Ronning e Espen Sandberg, traz ventos ruins e maré de azar ao capitão Jack Sparrow (Jhonny Depp) que desta vez, enfrenta um novo vilão, seu antigo inimigo, Capitão Salazar (Javier Bardem).

Neste capitulo, o jovem Henry Turner (Brenton Thwaitesse) se aventura para encontar o tridente de Poseidon, na crença de acabar com as maldições dos oceanos, inclusive a de seu pai Will Turner. Para isso contará com a ajuda de Jack Sparrow e da astrônoma Carina Smyth (Kaya Scodelario). Terríveis piratas-fantasma tentarão, sob comando de Salazar (Bardem), matar Jack, por vingança de um passado onde Sparrow causou sua morte.

A tentativa de renovar, trazendo novos rostos, não vai além da fórmula que tem sido usada desde então. Henry é aventureiro e sagaz como Will; Carina é focada na ciência astronômica, tão explosiva e determinada quanto Elizabeth. Neste ponto vemos crescer um romance entre duas personagens que, basicamente, têm apenas nomes diferentes de William e seu par romântico.

Não há novidades no enredo além da facilidade dada pelo roteiro, aos personagens, numa sequências de acontecimentos inexplicáveis, facilitando a narrativa da trama que segue cansativa. A trama segue numa sequência cansativa de humor forçado repetitivo, garante algumas risadas, no entanto, mostra o quanto o Capitão Jack está desgastado sustentando a franquia.

Os efeitos sonoros e visuais são os pontos que mais se destacam no longa, são bons e bem editados. Os planos de câmera dão zoons interessantes nas cenas de ação, mas não sustentam a necessidade de inovação que o longa precisa. Com tudo, não é um filme ruim, no entanto merece renovação, assim como o Capitão Jack Sparrow merece, por hora, descanso.

Escrito por: Daniel Veras

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