Crítica I LUKE CAGE – FINAL DA 2ª TEMPORADA

Cheguei ao final da 2ª temporada de Luke Cage na Netflix, e devo confessar que fiz as pazes com as séries da Marvel.

A visão dada pelo conjunto de diretores da série (sim…foram muitos…rrss) elevou em muito o conceito da imagem do “herói” do Harlem, e até em alguns momentos o anti-herói devido a insatisfação de seu próprio povo.

Luke Cage foi colocado à prova de todo tipo de arma ou situação de destruição, sua vida amorosa, sua relação com o pai e até mesmo sua fé.

A personagem Mariah Dillard (e que em grande parte foi Strokes) cresceu em importância e perigo desde a primeira temporada e chegou até a se equiparar à Wilson Fisk (O Rei do Crime, inimigo mortal do Demolidor) em poder e selvageria.

Misty Knight voltou de seu inferno astral e tornou-se a grande presença da lei, em uma delegacia em que ela sempre foi a principal ( e temos os grandes momentos dos quadrinhos, quando ela aceita o braço biônico e junta-se a Collen Wing em uma briga de bar, lembrando a época das “Filhas do Dragão”).

Não muito distante disso, também temos um vislumbre dos “Heróis de aluguel” quando Luke Cage e Danny Rand (o Punho de Ferro), enfrentam juntos um exército de traficantes.

Até mesmo a mística contida na figura de Reg E. Cathey (o Pastor Lucas, pai de Luke), que teve uma singela homenagem por ter falecido após este último trabalho.

Isso tudo somado e elevado à 3ª potência, resulta em uma grande produção cativante e envolvente (viciante até em alguns momentos).

Todos sincronizados e ajustados em cada cena, ninguém ficou sem a devida importância, tudo teve seu tempo e espaço e para os amantes do cinema, algumas cenas foram antológicas ( eu até desafio a não lembrar de uma cena famosa de um grande filme, contida no último episódio da série…..pode comentar aqui, quem achar!!).

Resumindo : diversão garantida e de entendimento fácil, elenco comprometido com a série e dando o máximo de si nas interpretações; e fica a lição do pastor Lucas “o verdadeiro poder vem do seu interior”, mas aí fica a pergunta: se “o poder corrompe”, o verdadeiro poder corrompe mais ainda?

Fico aqui contando os segundos para o início da 3ª temporada….e que venha urgente!!!!

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Crítica | Deadpool 2

Quando Deadpool foi lançado em 2016, o sucesso inesperado e a forma inusitada de usar o personagem foi o que alavancou o sucesso do...

Crítica | Missão: Impossível – Nação Secreta

É muito bom quando os filmes de ação conseguem se desprender de certas coisas e não se levarem muito a sério, querem mais divertir...

Crítica | Maniac

Maniac, a minissérie misteriosa da netflix chegou no serviço de streaming  mostrando certo amadurecimento em questão de material original, mostrando um ótimo trabalho de...

Crítica | Killing Eve ( Primeira temporada)

Killing Eve é uma série da BBC Americana criada por Phoebe Waller-Bridge ( Fleabag). Baseada no livro chamado Codename Villanelle, de Luke Jennings onde...

Crítica | O Peso do Passado

Para um ator nada mais gratificante que um selo de “sinônimo de qualidade” e Nicole Kidman (Aquaman) com toda certeza faz parte desse seleto...

Crítica | Deadpool 2

Quando Deadpool foi lançado em 2016, o sucesso inesperado e a forma inusitada de usar o personagem foi o que alavancou o sucesso do...

Crítica | Missão: Impossível – Nação Secreta

É muito bom quando os filmes de ação conseguem se desprender de certas coisas e não se levarem muito a sério, querem mais divertir...

Crítica | Maniac

Maniac, a minissérie misteriosa da netflix chegou no serviço de streaming  mostrando certo amadurecimento em questão de material original, mostrando um ótimo trabalho de...

Crítica | Killing Eve ( Primeira temporada)

Killing Eve é uma série da BBC Americana criada por Phoebe Waller-Bridge ( Fleabag). Baseada no livro chamado Codename Villanelle, de Luke Jennings onde...