Crítica | Breaking Bad – El Camino

Muito se falou da estréia do filme de Breaking Bad, ao final da serie do diretor Vince Gilligan o que ficou foi a lembrança e a certeza de que a série é a melhor de todos os tempos diga se de passagem (Ao menos pra mim, risos).

Seis anos após o termino chegou finalmente o filme que surgiu desde do inicio como a grande promessa do ano. Os motivos  eram muito, entre eles, respostas todos nós queremos respostas.

Seja ela saber se Walter White (Bryan Cranston) morreu, se a sua família recebeu o dinheiro ou até mesmo o que terá sido de Pinkman (Aaron Paul) após aquela trágica conquista de ‘’Liberdade’’.  Acontece que estreou nessa quinta feira pela Netflix o filme com direção e roteiro do Vince Gilligan.

O filme segue com a mesma direção impecável, a fotografia tem a mesma beleza, as cores estão bastante presente, o filme consegue envolver assim como a série, e o desenrolar da trama trás ação, comedia e boa dose de nostalgia.

  O diretor Vince Gilligan

 

Talvez a única coisa que em certo momento torna se incomodo é as sequências longas de flash backs ou até mesmo de ida e volta no passado e futuro. As atuações são todas muito boas como sempre e os novos personagens que surgem também ajudam muito na construção da história.

Esperar que em duas horas de filmes se tenha a mesma força e impacto que se teve com uma serie de 5 temporadas é até burrice, porém,  esse filme vem pra deixar tudo mais desenhado digamos.

Esse filme vem pra mostrar a força de um personagem como o Pinkman que teve tantas perdas, mais que isso esse filme vem como um singelo acalanto no coração de cada fã.

O filme pode não ser algo grande, mas as duas horas que passei vendo me deixou satisfeito principalmente o final que deram pra o personagem. Acredito que o final não poderia ser outro depois de tudo que Pinkman passou.

Como dito no filme por um personagem que sempre se mostrou sábio e vivido: ‘’Você tem muita sorte, sabia? Não teve que esperar a vida toda pra fazer algo especial.’’

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