Crítica | A Múmia

Hoje a nova moda entre os grandes estúdios de Hollywood são os chamados mundos compartilhados, onde se desenvolvem histórias em diversos filmes com protagonistas e antagonistas que estão conectados as mesmas, e a Universal Studios não quer ficar de fora, criando seu mundo compartilhado de monstros, reconstruindo grandes clássicos do cinema e unindo esses mesmos monstros num único universo.

E esse mundo da Universal no cinema começa logo com A Múmia, que segundo um dos seus principais personagens nesse filme, o médico Henry Jekyll (Russell Crowe)diretor de uma organização misteriosa que cuida justamente em identificar e deter qualquer tipo de ameaça desses monstros, onde segundo ele mesmo no filme, Ahmanet (Sofia Boutella), ou A Múmia para os íntimos, é uma dessas ameaças mais antigas de nosso tempo.

Bem, o filme se baseia na história de Nick Morton (Tom Cruise), um soldado ambicioso que busca se enriquecer roubando artefatos históricos pra vender no mercado negro, e justamente ele que encontra a prisão tumba de Ahmanet, filha do faraó que no Egito antigo fez um pacto com o Deus da Morte e matou o próprio pai, que por isso foi mumificada viva, Nick acidentalmente liberta Ahmanet, dai se desenvolve toda trama do filme.

O filme nos trás gratas surpresas, dentre referências da antiga trilogia estrelado pra Brandan Fraser (A Múmia – 1999) até mesmo pelas belas cenas de ação e suspense, dentre elas se destacam a cena do avião, e também não podia faltar um pouco de humor, bem leve, mas presente, entre uma cena e outra.

Esse longa ainda não nos mostra todo potencial desse mundo compartilhado, mas pequenas  do que virá daqui pra frente, bem visível quando Nick Morton entra nas instalações da Organização de Henry Jekyll, uma delicia para os fãs de filmes de terror, a história poderia ter sido bem melhor explicada, mas nada que influencie muito no produto final.

Não, não temos cenas pós créditos, como filmes compartilhados de outros estúdios, mas mesmo assim fiquei ansioso do que a Universal está preparando pro futuro com esse tão esperado “Dark Universe”.

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