Crítica | Zona de Combate

Boa tarde aos amigos do Mundo Hype.

Mais uma estreia de um filme de ação na Netflix, que diverte e mantém sua atenção em função do ritmo frenético e do enredo bem amarrado, aliado à ótima atuação de Anthony Mackie (o Falcão da Marvel)….eu estou falando do filme “Zona de Combate”….vamos lá?

 

De início vamos à parte técnica:

Sinopse: Situado em um futuro muito próximo, Zona de Combate gira em torno de Harp (Damson Idris), um piloto de drone em desgraça, que é enviado para uma violenta zona militarizada onde ele se encontra trabalhando para um oficial andróide, Leo (Anthony Mackie), que está encarregado de localizar um dispositivo de destruição em massa antes que os insurgentes o façam.

Mikael Håfström é o responsável pela direção, enquanto o roteiro é assinado por Rob Yescomber e Rowan Athale. Além de estrelar, Mackie também é um dos produtores do filme ao lado de Brian Kavanaugh-Jones, Ben Pugh, Erica Steinberg e Jason Spire.

Elenco: Anthony Mackie (Leo) e Damson Idris (Harp) nos papéis principais.

Como visto acima na sinopse, um tenente da Força Aérea Americana especializado como piloto de drones de guerra (Harp), desobedece uma ordem superior e provoca a morte de dois soldados em combate (em um pelotão de 40 homens).

Condenado por insubordinação a sua pena é servir em zona de combate (no leste europeu) sob a tutela do capitão Leo (Mackie), um soldado de combate altamente qualificado (e que no decorrer do filme, é revelada uma grande surpresa).

É formada então uma equipe para missões de alto risco e com a principal objetivo de deter um rebelde conhecido por Victor Koval, que pretende trazer de volta a Guerra Fria com a posse dos códigos dos silos de mísseis abandonados na Rússia.

Um filme que nos mostra como a guerra atualmente é tomada de decisões frias e sem emoções humanas, cercada por números e estatísticas (principalmente de “danos colaterais”), mas que a decisão final e soberana não será tomada por mentes humanas (é espantoso a quantidade de máquinas e robôs neste filme)

Diversão garantida para uma tarde de domingo, sem compromisso e ao lado da família (mas que pode ser assistido sozinho e preso aos detalhes que pipocam na tela e pela ação desenfreada).

Espero que gostem de mais uma pequena e rara “intrusão” nas críticas de cinema e séries, mas quando as plataformas de streaming acertam a mão como neste filme, devemos compartilhar a experiência positiva como formadores de opiniões que somos.

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