Crítica I Get on Up – A História de James Brown

Bom dia aos amigos do Mundo Hype.

Já se passou mais de um mês do falecimento de Chadwick-Boseman, e as homenagens prestadas à sua pessoa como ator e principalmente como ser humano ainda continuam (e devem durar um bom tempo).

Por isso, hoje vai a minha homenagem (mais uma…rrsss) a mais uma grande atuação que tive o prazer de assistir duplamente: por ter Chadwick no elenco e por ser fã do cantor James Brown; eu estou falando sobre “Get on Up – A História de James Brown“….vamos lá?

De início vamos à parte técnica:

Sinopse: Get on Up – A História de James Brown (em inglês: Get on Up) é um filme norte-americano de 2014 baseado na vida do famoso cantor de soul/funk James Brown, dirigido por Tate Taylor e escrito por Jez e John-Henry Butterworth.

Elenco: Chadwick Boseman (James Brown), Nelsan Ellis (Bobby Byrd), Dan Aykroyd (Ben Bart), Viola Davis (Susie Brown), Keith Robinson (Baby Roy), Octavia Spencer (Tia Honey), nos papéis principais.

Como visto acima na sinopse, é contada a história da vida de James Brown desde a sua infância (muito pobre e sofrida diga-se de passagem) até os dias que antecederam a sua morte, e de uma maneira muito peculiar: o personagem em vários momentos se dirige às câmeras (como se estivesse se comunicando com o expectador), explicando suas ações e decisões tomadas no decorrer de sua vida.

(James Brown foi abandonado primeiramente por sua mãe e depois por seu pai, para crescer até a idade adulta em um prostíbulo)

Ele foi preso por roubar um terno e teve que cumprir a pena completa por não ter como pagar a fiança e um advogado que o defende-se (e também sofreu com o racismo da época), mas foi “salvo” pelo futuro melhor amigo (praticamente um irmão) Bobby Bird, que o acompanhou até seus últimos dias.

 

Uma trajetória repleta de momentos como: o encontro e sucesso com a música gospel, a ascensão e glória com o soul/funk, passagens históricas como a ida ao Vietnã no show aos soldados e a revolta com o assassinato de Martin Luther King e o primeiro contato com Mick Jagger (que inclusive é produtor do filme), entre outros.

Valeu muito pela lembrança e pelo aprofundamento na história de vida de cantor tão controverso e visado como foi James Brown, mas o seu legado musical ficou perpetuado.

Fica a lembrança de dois homens negros que lutaram por um ideal e se firmaram no cenário artístico com duas lendas.

Espero que gostem de mais uma pequena e rara “intrusão” nas críticas de cinema e séries, mas quando as plataformas de streaming acertam a mão como neste filme, devemos compartilhar a experiência positiva como formadores de opiniões que somos.

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