Crítica – Fringe – 4° Temporada

A Quarta Temporada de Fringe teve 22 episódios e estreou na Fox em 23 de setembro de 2011.

No final da temporada passada, Peter teve sua existência apagada, deixando de existir, não só no presente,
mas no passado de todos aqueles que o conheciam.

Seu
sacrifício valeu para que as duas equipes Fringe passassem a
trabalhar juntos, além disso, nosso universo passou a ajudar na recuperação do universo alternativo. Apesar do desaparecimento de Peter, ainda assim existem
traços dele em nosso mundo e Walter e Olivia sentem que algo está errado. Eles chegam a ter visões com Peter e Dr Bishop chega a pensar que está tendo alucinações com um homem que o persegue.

 

Os Observadores
passam a acompanhar mais de perto este novo tempo “presente” buscando localizar
e apagar o rastro de Peter. O que significa que temos grande participação deles nessa temporada, nos deixando ainda mais intrigados sobre o verdadeiro motivo deles estarem ali. Mas conseguimos aprender e entender muita coisa sobre eles.

Peter acaba conseguindo voltar, mas é considerado um caso “Fringe”, já que ninguém sabe quem ele é, da onde veio e o que quer. Mesmo ele alegando conhecer todos e sabendo detalhes de casos antigos em que ele trabalhou com Walter e Olivia.

Nessa temporada a equipe Fringe enfrenta David Robert Jones para tentar salvar os dois
mundos.  Infelizmente, os dois universos decidem se separar novamente e o portal para o outro mundo é fechado. Um fato muito importante nessa última temporada, é que Olivia finalmente fica junto com Peter e eles tem uma Filha, que vai ser fundamental na 5° e última temporada da série, que eu vou contar pra vocês na semana que vem.

Abertura da 4° Temporada: