Crítica – Fringe 1° Temporada

No Dia 9 de setembro de 2008 com um episódio piloto de duas horas de duração, a Fox levou ao ar sua mais nova série, Fringe.

Criada e dirigida por JJ Abrams, a série foi muito comentada e esperada, teve uma enorme repercussão, antes mesmo de sua estreia. Afinal de contas, JJ também é o criador de Lost, série que estava em seu auge, na época.

Tudo começa em Boston, com um acidente aéreo, um avião com todos os passageiros e tripulantes mortos de uma forma muito misteriosa. Olivia Dunham, é chamada para investigar o caso, mas quando seu parceiro quase morre durante as investigações, a agente procura desesperadamente por ajuda. Ela chega no Dr Walter Bishop, um brilhante cientista. Porém ele está internado em uma clinica psiquiátrica a 17 anos e Olivia precisa da ajuda de seu filho, Peter Bishop, para tira-lo de lá. Os três desvendam o caso do voo e Dr Walter salva o parceiro de Olivia e então descobrimos que tudo isso era só uma pequena ponta de tudo que estaria por vir. Liderados pelo agente Phillipe Broyles e contando com a ajuda da Agente Astrid Farnsworth (Que durante a série toda é chamada por vários nomes diferentes pelo Dr Walter, menos de Astrid), eles formam a Divisão Fringe, aonde eles investigam casos não convencionais.

Nessa primeira temporada, também conhecemos a Massive Dynamic, fundada pelo ex parceiro de Walter, William Bell que até então estaria desaparecido. A empresa é comandada por Nina Sharp, braço direito de Bell. Coincidência ou não, todos os casos investigados pela divisão Fringe, levam a MD. Descobrimos que William e Walter fizeram testes em crianças de uma droga chamada cortexiphan e Olivia, era uma dessas crianças. Essa droga dá a agente, a capacidade de viajar entre os universos paralelos e é nesse outro universo, no último episódio da série que Dunham conhece William Bell, que é interpretado por ninguém menos que nosso querido e eterno Spock, Leonard Nimoy.

Além dele, no elenco estão: Ana Torv, como a Agente Dunham, Joshua Jackson, como Peter Bishop, John Noble, interpretando brilhantemente, Dr Walter Bishop. Lance Reddick, no papel do Agente Broyles, Jasika Nicole, como Astrid e Blair Brown, que deu vida a misteriosa Nina Sharp.

Apesar de muita gente falar que Fringe começou lenta, não tem como se prender a série. O que parecia ser apenas mais uma série policial, com casos sendo investigados e resolvidos a cada semana, se mostrou uma maravilhosa série de ficção cíentifica, com casos que estavam sempre interligados, formando uma grande teoria da conspiração (a série lembra muito Arquivo X, as vezes). Uma trama perfeitamente elaborada e muito bem entrelaçada. Fringe deve ser vista por todos os fãs do gênero Sci Fi.

Uma das coisas mais interessantes sobre o seriado é que a cada temporada (em episódios especiais e quando a série se passa no outro universo), a abertura é diferente. Apesar do tema músical, também criado por JJ Abrams ser sempre o mesmo, as palavras que aparecem e as cores, mudam nas cinco temporadas da série. Então eu deixo a abertura da 1° temporada logo abaixo pra vocês conferirem:

 

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Fanática por Star Wars e apaixonada por cultura nerd, adoro desenhos animados, Hqs, mangás, filmes, séries e tudo mais desse universo.

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