Crítica | Bastardos Inglórios

Boa noite aos amigos do Mundo Hype.

Hoje vou falar de um filme de um diretor de quem sou fã: Quentin Tarantino, mas por puro preconceito quanto ao gênero (guerra) e estar em uma idade mais tenra, onde me faltava a experiência e a vontade de conhecer coisas novas (não tenho saudades da minha vida aos quarenta), acabei por não assistir este grandioso filme (mas nunca é tarde para recomeçar).

Vamos falar de “Bastardos Inglórios“?

De início vamos à parte técnica:

Sinopse: Inglourious Basterds (braBastardos InglóriosprtSacanas sem Lei) é um filme teuto-americano de 2009, dirigido por Quentin Tarantino e estrelado por Brad Pitt, Christoph Waltz, Mélanie Laurent e Diane Kruger. O filme conta a história de dois planos para assassinar os líderes políticos da Alemanha nazista, um planejado por uma jovem francesa judia proprietária de cinema (Laurent), e o outro por um grupo de soldados judeus aliados liderados pelo tenente Aldo Raine (Pitt).

Elenco: Brad Pitt (Tenente Aldo Raine), MélaineLaurent (Shosanna Dreyfus / Emmanuelle Mimieux), Christoph Waltz (Coronel Hans Landa), Daniel Bruhl (Fredrick Zoller), Michael Fassbinder (Tenente Archie Hicox), Eli Roth (Sargento Donny “Urso Judeu” Donowitz), Diane Kruger (Bridget von Hammersmark), entre outros.

Como visto acima na sinopse, o início do filme nos mostra dois planos sendo tramados simultânealmente com o mesmo objetivo: matar Adolph Hitler.

Em meio à estes planos o soldado Fredick Zoller é elevado ao status de herói de guerra, por ter matado sozinho 300 soldados inimigos, encurralado em um campanário.

Mostrando a soberba dos nazistas, o cineasta Joseph Goebbels faz um filme retratando a coragem do soldado, intitulado “O Orgulho da Nação” e resolver por promover a estréia da película em Paris e justamente no cinema de propriedade de Emmanuelle Mimieux (que na verdade é uma judia chamada Shosanna Dreyfus e que vê esta oportunidade para se vingar dos nazistas).

E neste momento que o caminho do Tenente Aldo Raine e seus “bastardos” cruza com os acontecimentos citados acima, e o único que pode salvar Hitler é o chefe da Gestapo Coronel Hans Landa (em ótima atuação que lhe valeu o Oscar de melhor ator coadjuvante).

Um filme com um roteiro repleto de ação, reviravoltas, violência sem freio (a cena do bar no porão é estupenda) e que nos deixa presos até o fim da película.

O gostoso de envelhecer é a descoberta de livros, histórias em quadrinhos, séries e filmes como esse, que sem a experiência e a visão da idade nunca seriam vistos….obrigado amigo tempo !!!

Espero que gostem de mais uma pequena e rara “intrusão” nas críticas de cinema e séries, mas quando acertam a mão como neste filme, devemos compartilhar a experiência positiva como formadores de opiniões que somos.

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