Crítica | American Horror Story – 6ª Temporada

Boa noite aos amigos do Mundo Hype.

Como disse nos comentários finais da quinta temporada de “American Horror Story” (ou AHS como é mais conhecida), entrei renovado em interesse e ansiedade na sexta temporada.

Os pilares que citei ainda continuam (Sarah Paulson, Evan Peters e Kathy Bates), as cenas violentas e sanguinárias e os sustos inesperados também (mas….huumm!!).

Apresento a sexta temporada intitulada “Roanoke…..vamos lá?

De início vamos à parte técnica:

Sinopse: American Horror Story: Roanoke é a sexta temporada da série de televisão American Horror Story, da FX, e se passa na ilha de Roanoke durante os anos de 2014–2016, e se concentra nos eventos paranormais que ocorrem em uma casa totalmente isolada.

Roanoke inclui vários atores de temporadas anteriores , mesclados com algumas “caras” novas. A temporada traz muitas referências às temporadas anteriores, como Asylum, trazendo uma personagem da temporada (a repórter e também paciente Lana Winters, interpretada por Sarah Paulson) e Coven, trazendo a primeira bruxa suprema.

Elenco: Sarah Paulson (Audrey Tindall e Lana Winters), Lily Rabe (Shelby Miller), Evan Peters (Rory Monahan), Denis O’Hare (William van Henderson), Kathy Bates (Agnes Mary Winstead), Angela Bassett (Monet Tumusiime), Finn Wittrock (Jether Polk), Wes Bentley (Dylan), Lady Gaga (Scathach), Cuba Gooding Jr. (Dominic Banks), Cheyenne Jackson (Sidney Aaron James), Adina Porter (Lee Harris)…entre outros.

A sexta temporada nos apresenta a lenda da comunidade desaparecida de Roanoke e sua sanguinária líder: a Açougueira (que purificava a terra em homenagem aos deuses antigos, com fogo e sangue nas noites da “Lua de Sangue”).

A temporada começa como um documentário (My Roanoke Nightmare), onde acompanhamos a tenebrosa estadia dos personagens Shelby, Matt, Lee e Flora (filha de Lee) na casa situada, onde existia a comunidade desaparecida de Roanoke.

Após todas as situações envolvendo espíritos e fantasmas vingativos (principalmente a Açougueira), o documentário é lançado e arrebata uma legião de fãs em todo o planeta e se aproveitando do sucesso, o diretor sem escrúpulos Sidney (Cheyenne Jackson) vende a ideia de um reality show (macabro), estrelando os personagens do documentário e mais os atores que os interpretaram, voltando para a mesma casa maldita.

O que me deixou insatisfeito foi ter começado como um documentário assustador, depois passou a ser um “Big Brother” macabro e terminou por ser uma investigação criminal com final nada convincente (e com várias repetições de cenas e situações, que deixaram a trama muito arrastada e em certos momentos até maçante).

A pergunta que fica no ar: onde foi parar a personagem de Lady Gaga nos três últimos episódios da temporada?

Já comecei a sétima temporada e estou gostando muito por ser um assunto totalmente atual e de pura reflexão sobre o assunto tratado (não vou dar spoiler e já convidando para o próximo review).

Eu fico por aqui….eu sou o Paulo Cruz e te convido a continuar nos seguindo…a galera do mundo Hype está mandando bem nas postagens…..fui !!!!

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