Rebobinando – Armageddon (1998)

Heeeeeeeeeeey, nostálgicos de plantão!
Estamos em mais um Rebobinando para relembrar mais um filme de sucesso. Em uma era de mundos se acabando em Independence Day, temos aqui um longa que fez nascer um novo universo a Michael Bay, consolidar uma carreira de sucesso de Bruce Willis e nos apresentar uma maravilhosa trilha sonora.
O filme acompanha um grupo de perfuração profunda enviados pela NASA para impedir um gigantesco asteróide entre uma rota de colisão com a Terra. Possui um elenco incluindo Bruce Willis (que já falei!), o “Batemá” Ben Affleck, Billy Bob Thornton, a “Betty Ross” Liv Tyler, Owen Wilson “fanfarrão”, Will Patton, Peter Stormare, William Fichtner, o “Rei do Crime” Michael Clarke Duncan, Keith David e Steve Buscemi.

Seu título vem da grande tragédia bíblica. Teve como parte de sua trilha sonora uma canção da banda de rock saudosa Aerosmith, chamada I Don’t Want to Miss a Thing, uma vez que Liv Tyler, filha do vocalista da banda, Steven Tyler, fazia parte do elenco.
Armageddon estreou nos cinemas apenas dois meses e meio depois de um filme baseado em um impacto similar, Impacto Profundo (Bem Sessão da Tarde!), estrelado por Robert Duvall e Morgan Freeman. O longa se saiu melhor nas bilheterias, enquanto os astrônomos descreveram Impacto Profundo como sendo mais cientificamente preciso.

Ambos os filmes foram igualmente recebidos pelos críticos de cinema. Armageddon foi um sucesso internacional de bilheteria (apesar de geralmente ter críticas negativas), tornando-se o filme de maior bilheteria de 1998 em todo o mundo, superando, até mesmo, o longa-metragem de guerra épico de Steven Spielberg, O Resgate do Soldado Ryan.

Eu assistia Armageddon quando tinha sete ou nove anos (legendado ainda!) e amava esse filme. Lembro-me que, naquela época, muitos filmes de ficção cientifica tomaram de conta, explorando o espaço. E a “antiga nova” trilogia de Star Wars estrearia em breve, o que faria a Hype de filmes, assim, subir muito.

No decorrer da história, começou (com mais força, apenas…) o clichê que chamo de “Mania de Jesus”. Um personagem forte morre no final se sacrificando para salvar muitas pessoas. Neste filme, foram bilhões de pessoas. Logo depois, vieram outros que fizeram desta fórmula, a mais indicada. Por isso, acabou virando “clichê”. 

Não há como omitir do mundo que este longa marcou época. Bruce Willis e Ben Affleck mostraram uma carga dramática muito forte e convincente – o que os levou a ter vários papéis no decorrer dos anos…
Não cite Demolidor de Affleck e fica tudo bem… Por isso, eu guardo (com muito carinho!) o meu VHS junto de outras obras como Van Helsing e Hércules, ambos da Disney.



Se você ainda não assistiu, corra para assistir e nos diga aqui se achou fraco ou muito bom!
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