Através dos livros tive um crescimento pessoal muito grande, por mais imperfeito que eu ainda seja, já estive infinitamente pior. Eu pouco sabia, pouco procurava saber, pouco me importava com muita coisa. Quando dizem que a ignorância é a mãe da felicidade, há controvérsias, pois após o habito da leitura me tornei muito mais feliz. Nossa vida é tão corrida, tensa, há momentos de felicidade, mas geralmente não sobressaem nossas preocupações e deixamos o tempo escorrer como um quadro de Salvador Dalí. Pouco aproveitando os breves momentos livres.

LEITURA MULTIVERSO NEWS

Os livros tem um poder engraçado, eles nos levam pra dentro de outras histórias de modo fácil, nos acolhe, nos convida a fazer parte de tudo aquilo que se passa. Como um espectador vip, que pode saber tudo, mas não pode alterar nada. Um vigia silencioso. Um felizardo além do tempo.

Os livros nos mostram que as histórias podem piorar, pode haver danos, pode o sofrimento e a tristeza tomar conta da maior parte da narrativa, mas geralmente ao fim, tudo se resolve. Livros, nos ensinam o valor da vida, as reflexões sobre nossas escolhas, o bem o mal, os dilemas, tudo é muito intenso e surpreendente.

Ao longo desses pouco mais de 7 anos em que leio praticamente todos os dias, já li muitas histórias boas e ruins, mas algumas carregamos com carinho pra vida toda. Histórias fictícias que nunca mais esquecerei, como a saga do personagem Robert Langdom de Dan Brown. As primeiras sagas fantasiosas como Dragões de Ether e Percy Jackson. Os romances policiais de Sidney Shelson, Agatha Christie, James Petterson e Harlan Coben. Algumas biografias inacreditáveis como Steve Jobs, Solomon Northup (Doze anos de escravidão) e Chris Gartner (à Procura da Felicidade).

Livros poderosos que nos ajudam a organizar as ideias e enxergar a vida de uma forma diferente. O poder do hábito, A Boa sorte, livros dos filósofos Cortella, Karnal e Clóvis de Barros. E não posso cometer o pecado de não mencionar os grandes escritores clássicos, como Stephen King, George Orwell, H.G. Wells, Franz Kafka, Neil Gaiman, Aldous Huxley e Carlos Zafon.

Mesmo lendo variados gêneros, todos nos mantém o sentimento de esperança. Esperança essa que independente do livro, gênero, estilo, propósito e afins, todos nos diz a mesma coisa. O difícil é você lembrar que na sua história você pode escolher agir como protagonista ou coadjuvante. O medo e a insegurança te impede de ser aquele personagem que você admira. Tantas coisas a se pensar, demoramos tanto para tomar uma atitude em relação a tantas coisas, talvez aprender um pouco mais do que se lê seria uma boa pedida.

Mesmo lendo livro após livro e descobrindo que as melhores aventuras são feitas a base de coragem, (essa que em muitas vezes nos falta), ainda receamos que não seja tão simples, mas precisamos arriscar mais.

LEITURA MULTIVERSO NEWSNa vida não é possível ler algumas páginas e ver o que vai acontecer com o personagem principal, não é possível saber os pensamentos de outra pessoa. Não podemos simplesmente escolher uma nova história, por estar de saco cheio da nossa. O livro é algo íntimo, desperta reflexões em cada um de nós, a mesma informação para várias interpretações e sentimentos.

Os livros nos proporcionam isso, nos permite se desligar da nossa história por algum momento e se conectar em outra, onde tudo é novo. Nos dá exemplos de superação, nos mostra que o mundo é muito maior que nossa rotina e que o tempo, sim o tempo, deve ser valorizado ao máximo, pois uma vez que o perdeu não se recupera mais.

Esse simples texto reflexivo (que até parece algo influenciado por algum alucinógeno) mostra um pouco meu ponto de vista em relação aos livros, onde procuro sintetizar um pouco a paixão pelos livros nesse dia tão especial.

Feliz dia Internacional do livro, leia cada vez mais!!!

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here